História:     

No final dos anos 80, início dos anos 90, surgiu o desejo de se fazer um jornal informativo das atividades da Paróquia. Dois catequistas de Crisma levaram a proposta ao padre Hermano (In Memorian), que além de incentivar, disponibilizou os meios necessários à produção do jornalzinho. Devido à tecnologia disponível na época, as primeiras edições foram confeccionadas de forma artesanal e com os parcos recursos e materiais disponíveis: matérias datilografadas em máquinas de escrever em folhas de papel ofício, montagem de fotos, colagens de imagens, recortes de reportagens. Todo este trabalho programado e desenvolvido em reuniões prévias com integrantes da Catequese da Crisma e Conselheiros pastorais, que na época ainda não eram conhecidos com este nome, mas como fiéis de boa vontade que ajudavam a igreja com um pouco do seu tempo para melhorar a vida da comunidade.
 

A princípio, a parte de datilografia, montagem, impressão era feita por dois catequistas (monitores) da Crisma, que produziam, ou seja, propriamente punham a mão na massa e, ao longo de algum tempo, as edições mensais do jornalzinho eram planejadas em conjunto com o grupo de fiéis que se reunia para tratar dos diversos assuntos referentes à paróquia. Após todos definirem nas reuniões mensais a pauta do jornalzinho, um dos catequistas datilografava e criava as artes; o outro ajudava na colagem e montagem, para em seguida imprimirem as cópias que eram distribuídas à comunidade paroquial, como ainda são distribuídas até os dias de hoje, aos finais das missas.


Em 1993, a dupla ganhou um reforço em sua equipe editorial e passou a contar com a valiosa colaboração de outros participantes dos diversos segmentos da paróquia e, principalmente com o apoio e disponibilização de alguns recursos mais avançados, como impressão em gráfica. E, com a supervisão de padre Cornélio (In Memorian), foi possível formar uma equipe de redação, que se subdividia em diversos assuntos e a colaboração de uma designer gráfica que passou a receber as diversas matérias e fazer a arte do jornal, inclusive o layout tão conhecido do Anjo Miguelzinho com a trombeta anunciando as boas notícias.

Reuniões: Mensal

Coordenadora: Pedro Henrique de Oliveira Cardoso

E, amparados na graça e amor de Deus, continuaram a fazer um belo trabalho de comunicação a serviço da Palavra de Deus nos anos seguintes, contando com a supervisão, colaboração, participação dos padres dos Sagrados Corações, representados pelo pároco Padre Rafael (In Memorian) e, após a troca de padres, com a do pároco padre Jorge. Tempos de muita participação da juventude, famílias, muitas atividades pastorais, sociais, assistenciais e a tarefa cumprida honrosamente por todos os fiéis, colaboradores na construção e edificação da atual igreja que a comunidade, com a graça de Deus, pôde erguer.


Quando a designer gráfica e os outros colaboradores não puderam mais continuar na confecção, edição do jornalzinho, por terem mudado de bairro, cidade ou outros motivos, já na época do padre Lauro, no ano de 2007, o jornalzinho, pela primeira vez, contou com a colaboração de uma jornalista, que, juntamente com alguns fiéis colaboradores deram continuidade à publicação das notícias, das atividades pastorais, sociais, assistenciais, políticas, econômicas desenvolvidas ao longo destes anos na paróquia. Devido às diversas situações, novamente mudanças de alguns integrantes para outras paróquias, bairros, cidades, mudança de bairro da jornalista colaboradora, a partir de 2010 o jornalzinho voltou a ser feito somente por alguns integrantes da família da jornalista e com a colaboração da própria em algumas matérias, mesmo à distância. Praticamente foi vivido neste período, o que já havia sido experiência no começo das primeiras edições: basicamente duas, ou três pessoas, no máximo, para se subdividirem em todo o processo de garimpagem, confecção de matérias, encaminhamento e busca, entrega do jornal na gráfica, na igreja, participação nas reuniões mensais do Conselho Pastoral Paroquial, participação em formações promovidas pela arquidiocese a partir dos anos de 2014 em diante e tantas outras situações vivenciadas ao longo deste período.


Com a graça de Deus e sob a intercessão de São Miguel e Nossa Senhora, pôde-se contar até o início do ano de 2019, época em que a equipe da Comunicação dos anos 2007/2019, passou a coordenação da PASCOM para os mais novos e atuais integrantes da pastoral da Comunicação. Sempre com o apoio do nosso pároco Padre Lauro, que muito contribuiu com a produção do jornal e as valiosas contribuições das pastorais e movimentos. Cada um acrescenta sempre ao outro o que de melhor tem.


Hoje, a PASCOM exerce uma função mais ampla do que a elaboração do Jornal (atualmente com a edição de uma profissional da Letras, bacharel em Revisão de Textos), de membros de todas as idades e fases da vida e grande apoio do nosso pároco, padre Ivanildo. Hoje, a PASCOM media a informação em totalidade nas paróquias – de forma geral – e, na nossa, não seria diferente.


Durante o ano de 2020, especialmente por ser um ano diferente, de isolamento e distanciamento devido à pandemia do Novo Corona vírus, a PASCOM tem exercido a função comunicativa em sua totalidade: Jornal Miguelzinho, transmissões de missas e orações, manutenção e alimentação das redes sociais, elaboração dos comunicados e mensagens e, graças aos novos recursos tecnológicos, tem conseguido criar a ampliar informações cada vez mais significativas.


No entanto, o que ressaltamos em nossa história é a participação da comunidade. A Pastoral de Comunicação só existe por causa de vocês! São vocês a razão e a motivação do nosso trabalho. A comunicação efetiva só acontece quando um locutor (quem fala) emite uma mensagem (texto/foto/recado/etc.) a um interlocutor (com quem se fala) e este interlocutor (vocês) a compreende e faz dela significativa.


Por isso, nosso muito obrigada, representando as equipes de ontem, de hoje e de amanhã!